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PARTE II
Análise de como as Concepções sobre Avaliação foram construídas historicamente
No Brasil na década de 30, com a criação do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos - INEP, sob a influência dos Estados Unidos, ganharam relevância produções relativas à avaliação da aprendizagem com ênfase sobre os testes e medidas educacionais.


Nesse período, o então Presidente da República Getúlio Vargas, criou o Ministério da Educação.

Até os anos 60 não apareceu nenhuma proposição que se contrapunha ao modelo vigente da época.

A partir dos meados da época de 60 surgiram novas proposições sobre a forma de avaliação da aprendizagem. A preocupação com os processos avaliativos, a tendência tecnicista de pensar sobre a educação se faz emergente na produção teórica e surge um novo instrumento de avaliação: avaliação por objetivos, desenvolvida pelo Norte Americano Ralph Tyler.

Nessa fase houve uma grande preocupação com os resultados, com a obtenção de dados estatísticos que comprovassem o aproveitamento dos alunos com relação aos objetivos do professor e estabelecidos nos currículos escolares.

No Brasil, após a 2ª Guerra Mundial, com o desenvolvimento das indústrias, fez surgir também à necessidade de mão de obra qualificada (como atualmente, nota-se a grande incidência de cursos técnicos visando tão somente suprir as necessidades das indústrias de mão de obra).
Nessa concepção, os professores têm a função de executores de técnicas e transmissores de conteúdos.

As avaliações constituíam-se de provas objetivas, padronizadas, aplicadas ao final de cada etapa de ensino com a finalidade de uniformizar e homogeneizar o ensino, tornando-o mais técnico e formal possível.

Enfim, todo o período de 60/70 foi marcado pela influência do Positivismo/Idealismo, numa linha de avaliação classificatória e um modelo pedagógico tradicional.

Continua..

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