Nessa trajetória histórico-política sobre avaliação educacional, todos os teóricos que tiveram influência nas mudanças, são de países estrangeiros e desenvolvidos.
Como desenvolver nas escolas uma proposta de avaliação qualitativa, onde o centro é o respeito e o reconhecimento sócio-cultural do aluno, se o modelo é “importado” de países com características de avaliação quantitativa onde a competição e a busca por resultados é a sua principal característica?
Analisando a avaliação educacional institucionalizada se percebe o quanto as escolas ainda são submissas às imposições externas e que fazem parte da relação de poder que são estabelecidas socialmente já que o governo determina os objetivos e metas ao final do ano através de testes e exames como: ENAD, ENEM,SAEB, determinado pelo MEC e pelas financiadoras da educação, sem se preocupar em tornar o indivíduo um ser crítico e criativo.
Ainda temos muito que caminhar no sentido de conscientizar o poder público de que a educação é o princípio e a base para o desenvolvimento do nosso País. Ainda temos déficit de escolas que realmente preocupam-se com a formação do aluno como cidadão e não simplesmente como mais um que pagará a mensalidade no final do mês.
Encontramos freqüentemente Instituições de Ensino dominados por uma racionalidade instrumental, técnica, e o que queremos é uma Universidade mais Humana e reflexiva na sua atuação de formadores de cidadãos conscientes e fazedores da sua própria história.
Mas acredito que, estamos no caminho certo, tudo é um processo de descobrimento e aprimoramento do que está posto, mas não definitivamente.
Como desenvolver nas escolas uma proposta de avaliação qualitativa, onde o centro é o respeito e o reconhecimento sócio-cultural do aluno, se o modelo é “importado” de países com características de avaliação quantitativa onde a competição e a busca por resultados é a sua principal característica?
Analisando a avaliação educacional institucionalizada se percebe o quanto as escolas ainda são submissas às imposições externas e que fazem parte da relação de poder que são estabelecidas socialmente já que o governo determina os objetivos e metas ao final do ano através de testes e exames como: ENAD, ENEM,SAEB, determinado pelo MEC e pelas financiadoras da educação, sem se preocupar em tornar o indivíduo um ser crítico e criativo.
Ainda temos muito que caminhar no sentido de conscientizar o poder público de que a educação é o princípio e a base para o desenvolvimento do nosso País. Ainda temos déficit de escolas que realmente preocupam-se com a formação do aluno como cidadão e não simplesmente como mais um que pagará a mensalidade no final do mês.
Encontramos freqüentemente Instituições de Ensino dominados por uma racionalidade instrumental, técnica, e o que queremos é uma Universidade mais Humana e reflexiva na sua atuação de formadores de cidadãos conscientes e fazedores da sua própria história.
Mas acredito que, estamos no caminho certo, tudo é um processo de descobrimento e aprimoramento do que está posto, mas não definitivamente.

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