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APOSENTADORIA!!!!

Embora todos que trabalham, principalmente como professor, não vejam a hora desse momento chegar, percebo que é um momento esperado, mas com muita insegurança e pontos de interrogação. E agora? O que faço? O que vou fazer desse tempo todo que tenho a minha disposição? É, o tempo é nosso, e está a nossa disposição, mas...como dispô-lo sem culpas do "não tenho nada para fazer"... "e se eu ficar o dia todo de pernas para o ar e alguém perceber que não estou FAZENDO NADA...meu Deus, quanta culpa"! Estou assim...arrumando coisas para fazer..."que não são tão importantes assim", como diz meu netinho para justificar que o que ele quer é mais importante! Talvez eu queira algo "mais importante"...ou quero me sentir mais importante? Será que somos importantes só quando estamos na labuta??? Estou assim... querendo ser importante...querendo não ser...isso é o que chamam de APOSENTADORIA? Preciso descobrir.

Um novo momento!

Vozes...sonhos...educação!

O PERFIL DO DOCENTE NO ENSINO SUPERIOR

  Sobre o perfil do docente anunciado ou evidenciado desde a 1 a Faculdade no Brasil até a Reforma Universitária O ensino superior surgiu tardiamente no Brasil e surgiu de uma mudança na estrutura política do Estado português que aqui se instalou com a coroa Portuguesa vinda com D. João VI. Fazendo uma análise a partir do texto “Histórico da Educação Superior no Brasil”l (Arabela Campos Oliven) e de outros livros lidos, podemos identificar a influência de modelos europeus como o Jesuítico e o Francês. Teve um caráter mais profissionalizante, dando ênfase ao ensino e   não a pesquisa para atender a elite da Coroa Portuguesa. O modelo Jesuítico encontrava-se na gênese das práticas e modo de ensinar. A influência do modelo Francês (napoleônico), profissionalizante e não universitário, visava formar burocratas. O perfil do professor era o de transmissor do conhecimento, reforçando aí o ensino Jesuítico de memorização. E assim permaneceu por mais cem anos até a Proclamação da ...

O folego da Educação!

“Há momentos que o fôlego quase desaparece. Na verdade é o horizonte utópico que alimenta (...) Nós (...) diante da situação posta, representamos pouco mais que formigas, milhões de formigas. Então, neste sentido, a utopia de construir a floresta que desejamos é o que alimenta.”“. Carlos Augusto Abicalil (Representante da CNT)

DINÂMICA DE GRUPO

Dinâmica de Aula – O que é isso? Em um mundo globalizado, dinâmico e frenético, a sociedade deve caminhar a passos largos, e com ela devem seguir todos os seus componentes. Com a Universidade não é diferente. Um novo modelo de Ensino descortina-se diante de nós. Nesse atual processo de desconstrução e reconstrução do ensino, a relação professor – aluno - ensino e aprendizagem está mais humanizada. Estamos abandonando o lendário conceito tecnicista de preparar o aluno como mero reprodutor de conhecimento. No modelo contemporâneo, passamos a lapidar o discente como um cidadão crítico e consciente. Mas, para que isso aconteça é preciso algumas quebras de paradigmas. Algumas mudanças culturais e comportamentais são necessárias. A docência deve ser exercida com arte; e a sala de aula transformada em um laboratório artístico. Nesse cenário, o professor atua de várias formas, podendo variar entre o papel de disseminador de conhecimentos até o de conciliador e pacificador de conflit...

Educação nossa X avaliação deles

Nessa trajetória histórico-política sobre avaliação educacional, todos os teóricos que tiveram influência nas mudanças, são de países estrangeiros e desenvolvidos. Como desenvolver nas escolas uma proposta de avaliação qualitativa, onde o centro é o respeito e o reconhecimento sócio-cultural do aluno, se o modelo é “importado” de países com características de avaliação quantitativa onde a competição e a busca por resultados é a sua principal característica? Analisando a avaliação educacional institucionalizada se percebe o quanto as escolas ainda são submissas às imposições externas e que fazem parte da relação de poder que são estabelecidas socialmente já que o governo determina os objetivos e metas ao final do ano através de testes e exames como: ENAD, ENEM,SAEB, determinado pelo MEC e pelas financiadoras da educação, sem se preocupar em tornar o indivíduo um ser crítico e criativo. Ainda temos muito que caminhar no sentido de conscientizar o poder público de que a educação é ...