Refletindo sobre a indissociabilidade entre ensino –pesquisa – extensão nas Universidades Brasileiras, de acordo com os textos indicados e também refletindo na prática das escolas as quais se tem conhecimento, observa-se que ainda prevalece o ensino tradicional onde o professor só ensina, ou melhor, dá aulas, transmite seus conhecimentos adquiridos realizando as atividades de ensino, pesquisa e extensão separadamente, não permitindo a interdisciplinaridade. A aprendizagem é vista como resultado do que já foi pré-visto.
Uma nova proposta surge com a idéia da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão que é uma nova forma de entender o conhecimento e o mundo.
O professor ensina a partir do conhecimento real do aluno, parte do senso comum para o conhecimento científico, reconstruindo o conhecimento, contextualizando teoria e prática.
O ambiente mais favorável à aprendizagem é o interdisciplinar, ao mesmo tempo teórico e prático, individual e coletivo, socialmente motivador, pluralista e crítico, implicando qualidade formal e política.
E nesse ambiente transformador, onde a aprendizagem se dá, é essencial o desempenho competente do professor, na condição de orientador e mediador na reconstrução do conhecimento.
A Universidade, casa da educação, que tem por um dos objetivos o compromisso educativo de conduzir gerações que irão conduzir o país e a sociedade, evolui para a idéia de que, a pesquisa tem papel fundamental nesse processo entendendo que não há ensino sem pesquisa e o ensino na prática está ligado à extensão.
A pesquisa é a construção mais original do conhecimento, partindo do que já se conhece e refazendo o que já está feito.
Todo esse processo, essa intervenção na realidade, essa construção e reconstrução que dará um novo sentido ao sujeito, tanto na sua vida individual quanto coletiva, tem como orientador um professor.
Atualmente se pesquisa, se fala e se reflete em cima do currículo intensivo que exige bem mais do professor e da instituição que o adotar como meio.
Um docente que deseja trabalhar com currículo intensivo deve ser observador, crítico, com mais didática, tolerante e acima de tudo competente.
É preciso, com urgência resgatar a educação do estudante, no sentido de promover a formação do sujeito capaz de construir sua história, individual ou coletiva, com base na instrumentação do conhecimento, com estilo curricular que é intrínseco do processo de aprendizagem.
Também é preciso, com urgência, resgatar o papel central do professor em toda essa vinculação entre ensino-pesquisa e extensão ou podemos também alternar a ordem dos processos para chegar ao mesmo fim, pois o que importa mesmo é o meio, a competência do mediador.
O docente deve ser a prova viva da cidadania ou que a educação leva a cidadania, e para tanto ele deve ser um cidadão digno, respeitado em seus direitos, para poder contribuir para a formação da cidadania de seus discentes
Uma nova proposta surge com a idéia da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão que é uma nova forma de entender o conhecimento e o mundo.
O professor ensina a partir do conhecimento real do aluno, parte do senso comum para o conhecimento científico, reconstruindo o conhecimento, contextualizando teoria e prática.
O ambiente mais favorável à aprendizagem é o interdisciplinar, ao mesmo tempo teórico e prático, individual e coletivo, socialmente motivador, pluralista e crítico, implicando qualidade formal e política.
E nesse ambiente transformador, onde a aprendizagem se dá, é essencial o desempenho competente do professor, na condição de orientador e mediador na reconstrução do conhecimento.
A Universidade, casa da educação, que tem por um dos objetivos o compromisso educativo de conduzir gerações que irão conduzir o país e a sociedade, evolui para a idéia de que, a pesquisa tem papel fundamental nesse processo entendendo que não há ensino sem pesquisa e o ensino na prática está ligado à extensão.
A pesquisa é a construção mais original do conhecimento, partindo do que já se conhece e refazendo o que já está feito.
Todo esse processo, essa intervenção na realidade, essa construção e reconstrução que dará um novo sentido ao sujeito, tanto na sua vida individual quanto coletiva, tem como orientador um professor.
Atualmente se pesquisa, se fala e se reflete em cima do currículo intensivo que exige bem mais do professor e da instituição que o adotar como meio.
Um docente que deseja trabalhar com currículo intensivo deve ser observador, crítico, com mais didática, tolerante e acima de tudo competente.
É preciso, com urgência resgatar a educação do estudante, no sentido de promover a formação do sujeito capaz de construir sua história, individual ou coletiva, com base na instrumentação do conhecimento, com estilo curricular que é intrínseco do processo de aprendizagem.
Também é preciso, com urgência, resgatar o papel central do professor em toda essa vinculação entre ensino-pesquisa e extensão ou podemos também alternar a ordem dos processos para chegar ao mesmo fim, pois o que importa mesmo é o meio, a competência do mediador.
O docente deve ser a prova viva da cidadania ou que a educação leva a cidadania, e para tanto ele deve ser um cidadão digno, respeitado em seus direitos, para poder contribuir para a formação da cidadania de seus discentes
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