Currículo que, para muitos teóricos significa “pista de corrida” é o processo pelo qual o aluno passa para formar o seu conhecimento e que o tornará diferente ao final da sua trajetória, num tempo determinado.
O currículo é definido de acordo com o momento histórico/cultural/econômico de um país, permeado por concepções educacionais que estabelecerão metodologias evidenciadas na prática pedagógica.
Essa prática educativa, em diferentes momentos da história, define teoricamente o currículo em tradicional, crítico ou pós crítico. Acredito que, de alguma forma, o tipo de pessoa que desejamos formar para um tipo de sociedade definirá o tipo de currículo que deveremos adotar para modificá-lo até o “ideal” pretendido.
A s teorias do currículo, principalmente as críticas e as pós críticas argumentam que nenhuma teoria é neutra e que estão implicadas em relação de poder e jogos de força daqueles que estão envolvidos (ou não) no processo educativo. Lembrando Foucault que diz que,...” poder não diz respeito somente aos grandes blocos de poder visível e constituído: há um poder em várias obras, que é difuso, se distribui em mil instâncias pequenas, individuais, de pequenos grupos, nas reentrâncias mais recônditas da sociedade”.
Assim também é com o currículo onde o exercício do poder é muito difuso, passando pela instituição, pelos grupos que circulam na instituição, pelos sujeitos da comunidade escolar e extra-escolar.
Concluindo, não podemos mais olhar para o currículo como modelo didático, avaliativo, pedagógico, neutro. Ele é trajetória, tem significados, é a nossa vida.
O currículo é definido de acordo com o momento histórico/cultural/econômico de um país, permeado por concepções educacionais que estabelecerão metodologias evidenciadas na prática pedagógica.
Essa prática educativa, em diferentes momentos da história, define teoricamente o currículo em tradicional, crítico ou pós crítico. Acredito que, de alguma forma, o tipo de pessoa que desejamos formar para um tipo de sociedade definirá o tipo de currículo que deveremos adotar para modificá-lo até o “ideal” pretendido.
A s teorias do currículo, principalmente as críticas e as pós críticas argumentam que nenhuma teoria é neutra e que estão implicadas em relação de poder e jogos de força daqueles que estão envolvidos (ou não) no processo educativo. Lembrando Foucault que diz que,...” poder não diz respeito somente aos grandes blocos de poder visível e constituído: há um poder em várias obras, que é difuso, se distribui em mil instâncias pequenas, individuais, de pequenos grupos, nas reentrâncias mais recônditas da sociedade”.
Assim também é com o currículo onde o exercício do poder é muito difuso, passando pela instituição, pelos grupos que circulam na instituição, pelos sujeitos da comunidade escolar e extra-escolar.
Concluindo, não podemos mais olhar para o currículo como modelo didático, avaliativo, pedagógico, neutro. Ele é trajetória, tem significados, é a nossa vida.
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