Pular para o conteúdo principal

Essa tal Liberdade

 

Essa tal liberdade...

Inúmeras são as vezes que se opta, que se escolhe, ir ou ficar, ter ou ser, eu ou você...

 Abrimos as grades do cárcere interior e exterior e travamos caminhos singulares, mas imagináveis!

A vida nos solicita escolhas, e mais do que simplesmente liberdade...ousamos ter coragem!

Liberdade e coragem deveriam ser sinônimos, pois são ações primárias, essenciais ao “existir,” do nascimento a morte.

Igual pássaro ao alçar voo do ninho, que sabe por que quer voar, e a compensação da liberdade é a coragem que lhe afronta, para bater asas por sobre o oceano azul, ao inevitável, compelido pelo prazer e necessidade de voar... de ser livre.... e ter coragem!

A liberdade clama por decisões, de unir forças aos anseios e desencadear a coragem para ser a base do estandarte.

Sempre a postos!!!

Há o hesitar, há o desejo indomável, há o dever e a obrigação. E há o coração!

Mas há também a vida, as consequências e a coragem para sermos o que queremos ser!!!

A escolha é inevitável para que a liberdade se faça!

 “Escolher ser isto ou aquilo é afirmar ao mesmo tempo o valor do que escolhemos, porque nunca podemos escolher o mal, o que escolhemos é sempre o bem, e nada pode ser bom para nós sem que seja bom para todos. “ Jean-Paul Sartre

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Flor em trilhos   Ao longe, um aviso sonoro ressoa, De onde vem e para onde vai? Coração aos saltos… espero ou ignoro? “Aguarda… ela surgirá entre as árvores… observai.”   Nos carros, olhares curiosos, O   momento é singular para mim. Muitos não percebem, não veem, ansiosos, Que finalmente ela passe… enfim. Atrás dos montes, surge um clarão. Indescritível a beleza do dia, que finda. O pôr do sol anuncia de antemão, Que ela vai passar, bem nessa hora. Aguardo a suntuosa locomotiva, Despontar, em curvas sinuosas, Plainar sobre os trilhos, altiva, Tereza Cristina, a flor do Pinheirinho… finalmente,                                                            ...

A Psicopedagogia e as tecnologias de informação e comunicação -

  O ser humano não esteve presente na biosfera desde que esta se formou. Para chegar ao "homo sapiens", evoluindo transformou-se lentamente. Durante o período de sua formação e transformação a espécie humana teve sua população aumentada e espalhou-se pelo planeta. Para Toynbee (1987), a postura ereta, o andar sobre os pés, ficar com as mãos livres, foi o elemento principal da humanização. A liberação das mãos foi uma das condições para que o ser humano pudesse realizar uma infinidade de tarefas. O cérebro cria, as mãos executam a ferramenta e o uso que fizemos dela em cada época. Mãos e cérebro em interação contribuíram para a evolução do ser humano. A organização, a capacidade de criar, as práticas perante os problemas da vida e o progresso intelectual foram sendo transmitidos tradicionalmente por gerações, e tais aquisições formaram a cultura de cada povo. De acordo com, Covre (1990, p.06), "diferentemente do animal, o homem projeta as ações em sua mente an...

Outono na praia

Outono na praia   No início do outono, na praia deserta, O sol se põe, a maré se retira, As folhas caem, a areia coberta, Com cores de fogo, o céu se inspira.   Ondas suaves beijam a costa, Em um ritmo lento, quase parado, O vento do outono sussurra uma resposta, A um verão que agora é passado.   As gaivotas voam para o sul, Deixando a praia em silêncio profundo, O outono traz um novo recital, Uma sinfonia sem som, sem segundo.   As pegadas na areia desaparecem, Apagadas pelas ondas do mar, O outono na praia, uma cena que enobrece, Um espetáculo que faz o coração disparar.   Então aqui na praia, o outono começa, sua beleza tranquila e sutil, Cada momento, cada cena, me convence, Do ciclo da vida, constante e febril.   Jaine Godinho Scheffer